EscreVIVÊNCIA: a mistura de emoções de ser pibidiana.
Participar de um programa de iniciação a docência, é levar para as
atuações a esperança de uma aula produtiva e encantadora, mas a realidade nem
sempre é esta de fato, pois a cada turma, há uma realidade, uma
inspiração, uma frustração, uma força de vontade ou a falta dela. É cara a cara
com o ato de ensinar que percebemos que... a teoria nem sempre funciona,
quase nunca, na verdade.
Agora, imagine então estudantes de licenciatura sonhadoras, que encaram uma turma de EJA, mas não é qualquer turma , é aquela considerada "TERRORISTA" da instituição, a que os professores não acreditam, subestimam e deixam do lado. Mas, para quem está com tantos sonhos, isso iria atrapalhar? Não mesmo, não atrapalhou! A cada aula havia sim frustrações, um sentimento de incapacidade, mas o que fazer? Para tudo há uma saída não é? Aulas planejadas, dinâmicas, vídeos, nada adiantava, até descobrir-se que o problema não estava nas docentes, tampouco no ambiente, mas sim nos históricos e realidades sociais daqueles que ali estavam um sem mãe, outro sem pai, alguns sem os dois, um enfrentando os vícios, outro o bulling e alguns a pobreza. E aí é onde se descobre também que a docência pode ir além da relação ALUNO x PROFESSOR, educar tem a ver com valores, sonhos e principalmente ACREDITAR, acreditar que inspira, que acolhe, que entende e que por mais infértil aquela "terra" esteja se pode colher bons frutos. São inúmeras as emoções, ora choro, outrora satisfação, mas a crença de que ainda é a educação a arma mais poderosa do mundo, faz caminhar a favor e espalhando a mesma!
Agora, imagine então estudantes de licenciatura sonhadoras, que encaram uma turma de EJA, mas não é qualquer turma , é aquela considerada "TERRORISTA" da instituição, a que os professores não acreditam, subestimam e deixam do lado. Mas, para quem está com tantos sonhos, isso iria atrapalhar? Não mesmo, não atrapalhou! A cada aula havia sim frustrações, um sentimento de incapacidade, mas o que fazer? Para tudo há uma saída não é? Aulas planejadas, dinâmicas, vídeos, nada adiantava, até descobrir-se que o problema não estava nas docentes, tampouco no ambiente, mas sim nos históricos e realidades sociais daqueles que ali estavam um sem mãe, outro sem pai, alguns sem os dois, um enfrentando os vícios, outro o bulling e alguns a pobreza. E aí é onde se descobre também que a docência pode ir além da relação ALUNO x PROFESSOR, educar tem a ver com valores, sonhos e principalmente ACREDITAR, acreditar que inspira, que acolhe, que entende e que por mais infértil aquela "terra" esteja se pode colher bons frutos. São inúmeras as emoções, ora choro, outrora satisfação, mas a crença de que ainda é a educação a arma mais poderosa do mundo, faz caminhar a favor e espalhando a mesma!
Karina Farias- Bolsista ID do PIBID UNEB na área de Língua Portuguesa.